Hoje a sugestão é em homenagem a meu caro pai, que completou uma idade cabalística (por respeito a sua privacidade manterei o sigilo sobre o número)neste ano. Apesar de não ter nascido em família de músicos, eu sempre fui municiado de música boa no meu lar.
Enfim, uma das figuras recorrentes em casa era o guitarrista Carlos Santana e até hoje eu gosto bastante deste som. Santana não é um guitarrista que se destaque por uma técnica apurada ou por pirotecnias, mas foi um dos pioneiros nessa fusão de regionalismo e “roquenrou”. Essa mescla, além de um fraseado muito típico, faz de Santana um guitarrista único.
O disco do dia é Abraxas, segundo disco do guitarrista. Este álbum foi sua consolidação no mercado internacional e dispensa comentários. O disco é recheado de “clássicos”, misturando canções (Black Magic Woman) com temas instrumentais ( Samba Pa Ti, Incident at Neshabur) ou mesmo temas com uma frase de letra “só pra dar um clima”, e que acabou por virar uma marca registrada de Carlos Santana (Oye Como Va, Se a Cabo).
Enfim, para ouvir sem moderação, mas sempre respeitando sempre os vizinhos….
